Revistas científicas recusaram publicar o estudo sobre a polilaminina, após apontarem dois problemas principais:
– Divergências sobre a taxa de recuperação espontânea de pacientes com lesão medular usada como referência, e a
– Falta de registro prévio do ensaio clínico em banco internacional.
Divulgado em 2024 como pré-print, o trabalho ganhou repercussão após relatos de melhora em pacientes, mas ainda não foi aceito por periódicos. A pesquisadora Tatiana Sampaio afirmou que revisará o artigo para corrigir falhas apontadas e detalhar pontos questionados por editores e especialistas, enquanto novas etapas da pesquisa devem avaliar segurança e eficácia da polilaminina em pacientes.
O que é a Polilaminina:
A polilaminina é uma proteína derivada da laminina, uma molécula presente naturalmente nos tecidos do corpo e que ajuda a dar suporte às células. A hipótese do tratamento é que, aplicada na medula lesionada, ela poderia estimular a regeneração de conexões nervosas.
Os resultados atraíram a farmacêutica Cristália, que já investiu R$ 100 milhões na pesquisa para que a polilaminina seja transformada em medicamento.

PLANTÃO JARU – A notícia em tempo real!






